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Em sua 3ª edição, o Prêmio Ministério Público do Trabalho (MPT) de Jornalismo condecorou 32 trabalhos em oito categorias, todos com pautas voltadas ao combate de irregularidades trabalhistas. Régis de Oliveira Junior, formando do curso de Comunicação Social – habilitação Jornalismo, da Unisc, foi agraciado com dois prêmios na categoria Universitário: um da região Sul e outro Nacional, finalizando sua graduação com uma coleção de 11 distinções em diferentes concursos. Além dos troféus, o estudante recebeu o valor de R$ 10 mil.

A cerimônia de entrega dos troféus ocorreu na noite desta quinta-feira, dia 1º de setembro, na Procuradoria-Geral do Trabalho, em Brasília. O trabalho realizado por Régis chama-se Retratos da Escravidão (www.retratosdaescravidao.com.br) e registra um panorama da escravidão contemporânea no Brasil. “Será que existe isso ainda no país depois de quase 130 anos da abolição da escravatura? Sim, infelizmente existe, e foi isso que busquei retratar. Às vezes, as pessoas não têm conhecimento das leis trabalhistas e acabam se tornando vítimas de situações análogas às de escravos”, explica.

Pedro Haas, morador de Rio Pardo, viveu por três décadas em situação assim. Ele é um dos personagens da reportagem multimídia de Régis. O acadêmico foi até Itabirito, em Minas Gerais, onde o Ministério Público havia constatado a atuação de um grupo de cerca de 300 pessoas que trabalhava em situações precárias em uma mineradora.

“Ser jornalista acho que é a profissão mais valiosa do mundo. Temos a oportunidade de conhecer inúmeras histórias, envolvendo muitas pessoas, de vários lugares diferentes, e, ao contá-las, mudamos o sentimento do público. E foi isso que aconteceu com o projeto Retratos da Escravidão”, avalia o formando. Ele pontua que a execução de toda a reportagem só foi possível com o suporte de uma equipe composta por seis pessoas: Cesar Lopes (fotografia), Cristiane Lindemann (professora responsável), Évelin Bartz (edição e finalização de vídeos), Andrew Gorzni (designer), Maicon Erdina (trilha sonora original) e Isabella de Luca (editora de texto).

“A pró-atividade e a voracidade do Régis pela apuração levaram ele à criação de um excelente projeto. Na construção do conteúdo, sempre impregnou um olhar humanizado, o que aproxima e toca o público que assiste ao documentário ou lê o conteúdo multimídia”, analisa a professora Cristiane. Na visão de Régis, isso é resultado da paixão por contar histórias. “Sorte minha de ser jornalista”, finaliza.

 

*Publicado por Felipe Nopes

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Em sua 3ª edição, o Prêmio Ministério Público do Trabalho (MPT) de Jornalismo condecorou 32 trabalhos em oito categorias, todos com pautas voltadas ao combate de irregularidades trabalhistas. Régis de Oliveira Junior, formando do curso de Comunicação Social – habilitação Jornalismo, da Unisc, foi agraciado com dois prêmios na categoria Universitário: um da região Sul e outro Nacional, finalizando sua graduação com uma coleção de 11 distinções em diferentes concursos. Além dos troféus, o estudante recebeu o valor de R$ 10 mil.

A cerimônia de entrega dos troféus ocorreu na noite desta quinta-feira, dia 1º de setembro, na Procuradoria-Geral do Trabalho, em Brasília. O trabalho realizado por Régis chama-se Retratos da Escravidão (www.retratosdaescravidao.com.br) e registra um panorama da escravidão contemporânea no Brasil. “Será que existe isso ainda no país depois de quase 130 anos da abolição da escravatura? Sim, infelizmente existe, e foi isso que busquei retratar. Às vezes, as pessoas não têm conhecimento das leis trabalhistas e acabam se tornando vítimas de situações análogas às de escravos”, explica.

Pedro Haas, morador de Rio Pardo, viveu por três décadas em situação assim. Ele é um dos personagens da reportagem multimídia de Régis. O acadêmico foi até Itabirito, em Minas Gerais, onde o Ministério Público havia constatado a atuação de um grupo de cerca de 300 pessoas que trabalhava em situações precárias em uma mineradora.

“Ser jornalista acho que é a profissão mais valiosa do mundo. Temos a oportunidade de conhecer inúmeras histórias, envolvendo muitas pessoas, de vários lugares diferentes, e, ao contá-las, mudamos o sentimento do público. E foi isso que aconteceu com o projeto Retratos da Escravidão”, avalia o formando. Ele pontua que a execução de toda a reportagem só foi possível com o suporte de uma equipe composta por seis pessoas: Cesar Lopes (fotografia), Cristiane Lindemann (professora responsável), Évelin Bartz (edição e finalização de vídeos), Andrew Gorzni (designer), Maicon Erdina (trilha sonora original) e Isabella de Luca (editora de texto).

“A pró-atividade e a voracidade do Régis pela apuração levaram ele à criação de um excelente projeto. Na construção do conteúdo, sempre impregnou um olhar humanizado, o que aproxima e toca o público que assiste ao documentário ou lê o conteúdo multimídia”, analisa a professora Cristiane. Na visão de Régis, isso é resultado da paixão por contar histórias. “Sorte minha de ser jornalista”, finaliza.

 

*Publicado por Felipe Nopes

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