Internacional

Depoimentos relatando as experiências dos alunos da Unisc e dos estrangeiros.

Sou estudante de Engenharia Civil, e faço intercâmbio na Universidade de Pisa (UNIPI), na Itália, pelo projeto Ciência sem Fronteiras.

Realizei meu sonho, não só ganhei a oportunidade de conhecer e ter proficiência em uma nova língua mas também conhecimento cultural, e acima de tudo autoconhecimento, eu passei por diversas experiências das quais jamais imaginei, algumas delas na universidade outras na minha própria casa, o que acabou me proporcionando um crescimento pessoal, ficar longe da família e dos amigos não é fácil, se adaptar com um método de ensino diferente também não, mas foi um ano incrível que me rendeu bons frutos, aprendi muito nas aulas, com o estágio que estou fazendo no laboratório de geotécnica e, principalmente, aprendi a valorizar mais ainda a minha família e a minha universidade.

Obrigada AAII pela ajuda de sempre, vocês são ótimos!

Brenda Corrêa

Brenda Corrêa

"Por aqui tudo bem...mas muito trabalho pra fazer..

O inverno é um pouco frio e não tem sol. As 16:30 já é escuro. Mas já estou bem adaptado ao lugar, às pessoas e à nova rotina. Estou morando em um Braunschweig, cidade próxima à Wolfenbüttel. É uma cidade bem maior e mais movimentada.

Não estou saindo muito esse ano. Pretendo concluir as aulas antes e deixar pra viajar um pouco a partir de janeiro, mais tranquilo e sossegado. Mas conheci a Oktoberfest de Munique e Stuttgart, muito legal (pra minha surpresa, a de Stuttgart é melhor)."

Charles Neu

Charles Neu

 

O ganho na língua com essa experiência foi enorme, fora a grande experiência no sentindo mais amplo. A experiência de viajar com um grupo com pessoas de diferentes idades, formação e estágios de vida e com um objetivo comum de conhecer uma outra cultura e paixão por estudar uma língua é maravilhoso. A troca é espetacular. O grupo de 2012 da frança foi um grupo especial. Nossa tutora Julia Eick contribuiu e muito para a integração do grupo nos acompanhando e orientando, sempre por perto para nos auxiliar, no entanto, nos dando liberdade de explorarmos, também, as nossas potencialidades. Incentivadora sempre. Nossas fotos dizem muito o que foi nossa viagem. Não tenho dúvidas que compor o aprimoramento do estudo de uma língua nesse formato que a UNISC apresenta é uma das melhores maneiras de viver o estudo de uma língua em um outro país. A Aliança Francesa, também, nos proporcionou um ambiente maravilhoso para isso. Fui atendida do começo ao fim da viagem em todas minhas expectativas.

Zuleica Strogulski

Zuleica Strogulski

Durante o período de graduação comecei a ter o desejo de estudar fora do país por um período. Sabia que isso iria valorizar muito meu currículo mas o mais importante, teria uma grande experiência de vida. Comecei a reunir suporte financeiro durante este período e ir em busca deste sonho que via como distante, certas vezes achando que não iria dar certo. Mas com a ajuda da AAII que me deu todo o suporte, priciplamente a Cris que reuniu todas as dicas e informações importantes, consegui realizar este desejo e ver o sonho se tornar real.

Esta experiência tem sido com certeza a melhor que já vivi, não somente pelos estudos e carreira profissional, mas principalmente pelo aprendizado de vida que estou tendo. Conhecer mais sobre a cultura deste país e viver junto com eles é algo facinante. O mesmo acontece com todas as outras pessoas da Europa e também do Brasil que temos contato. Aprendemos a respeitar o jeito de cada um e fizemos amizades com pessoas de todo o canto. Isto levarei na minha bagagem pelo resto da vida, junto com todas as vivências que estou tendo, e hoje tenho certeza de que a escolha de estudar fora do país foi a coisa mais certa e corajosa que fiz na minha vida! Torço para que mais e mais colegas tenham este sonho e consigam o tornal real assim como eu.

Morgana Hoffmann

Morgana Hoffmann

Desde o tempo em que frequentava a escola tinha o sonho de estudar no exterior. Com a entrada na faculdade esse sonho foi se tornando cada vez mais possível até que se tornou real. Hoje, estou estudando em Lisboa através do convênio entre a Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC  e a Universidade de Lisboa. A escolha por Portugal foi bastante influenciada por ser a mesma língua, facilitando na compreensão das aulas.

Logo que cheguei por aqui, estava um pouco nervosa e com medo de não me adaptar, porém em uma semana já estava me sentindo como se estivesse em casa! O modo como os portugueses falam é um pouco diferenciado do nosso, por isso, inicialmente não entendia muito bem o que eles diziam, mas em questão de uma, duas semanas o ouvido já estava adaptado e agora entendo-os perfeitamente.

Tratando-se do povo português, estes são muito educados e um pouco fechados de começo, mas depois são bem tranquilos. Fui bem recebida e bem atendida pelas relações externas da faculdade de letras da Universidade de Lisboa. Os professores  também, foram legais e são bem acessíveis.

A universidade em si, comparada com a UNISC  tem uma infraestrutura bem abaixo, as salas, banheiros etc não são muito bem cuidados, mas o ensino é rigoroso.

Quanto a Lisboa, é uma cidade boa de se morar, movimentada, porém, para ser uma capital de país ela pode ser considerada tranquila comparada  a outros centros urbanos. A cidade possui uma infraestrutura muito boa de transportes. Lisboa  é um lugar histórico e percebe-se bem ao ver o estilo das casas, prédios e etc. a maior parte da cidade é antiga e este é um ponto negativo daqui, muitos desses locais não são conservados,  o que tira um pouco da beleza da cidade. Claro que há lugares lindos e conservados, mas acho que o governo deveria dar um pouco mais de atenção a preservação destes lugares, até porque é uma cidade que recebe muitos turistas e intercambistas de várias partes do mundo (o que me surpreendeu bastante).

Há os lugares mais novos da cidade como o parque das nações, o shopping Colombo, os estádios de futebol etc. Há os pontos turísticos, como a famosa Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerónimos, Castelo de São Jorge, Praça do Comércio, A Avenida da liberdade, que diga-se de passagem é lindíssima, entre outros que vale a pena conhecer!

Enfim, está sendo uma experiência maravilhosa, poder conhecer novos lugares , pessoas e culturas!

Nathália Beckenkamp Rebechi

Nathália Beckenkamp Rebechi

 

No início do ano passado, meu marido e eu decidimos que seria o momento de termos uma experiência de vida no exterior.  Decidimos ir para Winnipeg no  Canadá. A partir deste momento, até a nossa efetiva ida se passaram em torno de 7 meses. Utilizamos este período para os acertos das papeladas, tais como: vistos, autorizações, contato com a escola de inglês e com a Universidade de Manitoba, etc.

Desde o início a nossa prioridade foi o aperfeiçoamento da língua inglesa, tão indispensável nos dias atuais.  Porém por ser enfermeira e mestranda, tinha também muito interesse em saber como funcionava o Sistema de Saúde do Canadá.  Aproveitando a nossa ida para Winnipeg, gostaria de poder conhecer a Universidade de Manitoba, e quem sabe, participar de algumas aulas.

Assim, no início de setembro embarcamos rumo à Winnipeg. Ficamos na cidade por três meses divindo a casa com uma família canadense e assim compartilhando refeições, conversas e experiências.

Atingimos muito mais do que os nossos primeiros objetivos, pois pude participar de várias aulas na University of Manitoba, fiz contatos importantes para uma possível Doutorado, visitei  hospitais da cidade, tive acesso à vários artigos e livros sobre o Sistema de Saúde do Canadá e EUA,  tive tempo para me dedicar à minha dissertação de Mestrado, e ainda fiz o TOEFL test, indispensável para concorrer à uma vaga de Doutorado no exterior, conseguindo uma boa nota. Meu marido teve uma melhora evidente da língua inglesa ao longo da nossa estadia, fato que é fundamental para sua profissão em uma empresa multinacional. Nas horas vagas, praticávamos exercícios na YMCA, íamos a biblioteca pública da cidade, passeávamos nos parques, íamos à museus e galerias, confraternizávamos com os novos amigos nos pubs de Winnipeg, etc.

Enfim, é difícil escrever sobre todas os momentos diferentes e maravilhosos que tivemos em Winnipeg. Certamente conviver com amigos de outras culturas e ter a primeira experiência na neve foram inesquecíveis. O Canadá é um país especial, com um povo acolhedor e amigável.

Como dica para quem pensa em conhecer este país no inverno eu diria: se preparem para o frio, a paisagem é maravilhosa,  mas realmente é necessário estar muito bem agasalhado para poder aproveitar as baixas temperaturas.

Aline Fishborn

Aline Fishborn

Estudante de Ciências da Computação que realiza mobilidade acadêmica na Universidade de Ostfália, na Alemanha.

"Por aqui está tudo ótimo, já encaminhei todos os documentos necessários e estou adorando a Alemanha.

O pessoal foi bastante atencioso conosco. Já estou com o visto pronto, conta no banco aberta, seguro saúde encaminhado e pagamentos todos realizados. Agora é só estudar!

Já conhecemos pessoas de vários lugares (Inglaterra, Itália, Espanha, suíça, Argentina, Chile, Índia, Tunísia, Taiwan, EUA, e muitos outros.).

Se for falar em intercâmbio para alunos da computação, com certeza a Ostfália é realmente uma ótima opção!"

Charles Neu

Charles Neu

Estudante de Biologia que participou em 2008 do Projeto Rondon no Canadá.

“Intercâmbio é uma chave de ouro para a vida, onde podemos sair de nosso mundinho e, com convivência em outra cultura reparar as diferenças, aparecem os questionamentos, e passamos a perceber que o certo e o errado podem ser muito relativos e que o poder cultural é gigantesco e precioso”. Intercâmbio é viver a diversidade. Ver, conhecer, tocar, sentir, respirar, viver: o diferente, o novo, o distante, o misterioso, os valores, os desafios, o crescimento”.

Anapaula Kist

Anapaula Kist

Leticia Maisa Eichher é estudante de Psicologia na UNISC e esta realizando dois semestres de mobilidade acadêmica em Portugal no ISPA - Instituto Universitário.

"Um intercâmbio já fazia parte dos meus planos mesmo antes de iniciar a faculdade. Sempre soube que além de valorizar meu currículo profissional, acrescentaria muito para minha vida pessoal. E durante um tempo encarei isso como um sonho apenas. Até que em 2010 resolvi que seria a hora de botar isso em prática e realizar tal sonho. Juntei forças, economias e muita coragem para conseguir isso.
Com a ajuda da AAII, em especial da Cristiana, consegui todos os contatos, os papéis para o visto e o suporte necessário para formalizar o intercâmbio.
Escolher Portugal não foi por acaso... sempre tive uma imensa simpatia por esse país, pois afinal de contas, nossas histórias andam muito próximas. E além disso, eu tinha colegas que vieram estudar no ISPA e elogiaram o ensino daqui e a Unisc já tinha a parceira com esta faculdade, o que facilitaria muito.
Eu e minha colega Camila Deufel juntamos nosso sonho e o tornamos realidade.
Em setembro de 2010 embarcamos rumo à Portugal, estudar um semestre de Psicologia no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, em Lisboa.
Foi incrível.... cada momento proporcionou aprendizagens. Desde a adaptação à cidade grande até o entendimento da Língua Portuguesa de Portugal.
O semestre foi tão bom, que resolvi prolongar minha estada aqui, ficando por mais um semestre.
O que mais me encanta é o fato de eu conviver com todas as culturas do mundo num só lugar. Conheço pessoas do mundo inteiro. E aprendi muito mais da cultura brasileira estando aqui. Parece estranho, mas é verdade sim. Aqui ouço não apenas outras línguas, mas também outros sotaques, principalmente brasileiros. Há pessoas de todo Brasil aqui.
Enfim, muito além da Psicologia na faculdade, tenho aprendido a psicologia do cotidiano... das relações... das diferenças... da adaptação.
Tem sido maravilhosa esta experiência e eu desejo que muitos colegas possam tê-la também.
E só hoje eu acredito verdadeiramente numa frase que a Cristiana falou em um dia de palestras sobre intercâmbio: "quem acha que a infância é o melhor período da vida, é porque ainda não fez um intercâmbio!"

Leticia Maisa Eichherr

Leticia Maisa Eichherr

Mestre em Desenvolvimento Regional pela UNISC conseguiu uma bolsa de Doutorado de cinco anos na Alemanha pelo EED (Evangelischer Entwicklugsdienst).

"A possibilidade de fazer um curso de doutorado, seja onde for, ainda pode ser considerada um privilégio de não muitos brasileiros, sendo algo a ser comemorado. E, se isto for em uma instituição prestigiada, fora de nosso país de nascimento, mais ainda. Não que isto signifique que tudo que é feito fora do Brasil é necessariamente melhor. Longe disso. Há qualidade em muito do que é feito em nosso país, e no caso da pós-graduação não é diferente. Entretanto, estudar no exterior, seja na pós-graduação ou não, sem dúvida, é um diferencial.

Este diferencial se dá por diversos motivos, mas, principalmente, pela visão cosmopolita de mundo que se passa a ter. Além de submergir na língua e cultura do novo país, é possível vivenciar ricas experiências com pessoas dos mais distintos lugares do mundo. Pois, quanto mais prestigiada é uma instituição de ensino, mais eclético e muilticultural é seu público.

Pessoalmente, estou na Alemanha há pouco tempo, ainda passando pela fase de adaptação e aperfeiçoamento da língua. Fase esta que é, com toda certeza, a mais complicada. Porém, este curto período já me permitiu perceber o quão valiosa é a experiência de viver um período em outro país. Além disso, percebi o quanto o Brasil e os brasileiros são vistos com simpatia por aqui. Tanto por alemães, quanto por pessoas de outras nacionalidades.

Parcebi também o quanto ainda somos desconhecidos pelo mundo. Pois, todas as vezes que digo que sou brasileiro, é nítida a reação de espanto, que costuma vir mesclada a certo ar de incredulidade. Muitos perguntam como é possível ser brasileiro alguém com pele clara, cabelos loiros e sobrenome alemão. Mas isso já é assunto para outras discussões.

Por ora, daqui do velho mundo, deixo um forte abraço ao povo da minha terra, desejando, desde já, muito sucesso aos próximos brasileiros a viverem no exterior.”

Airton Adelar Mueller

Airton Adelar Mueller

Graduada em Direito participou da IX Viagem de Estudos - Curso de Espanhol na Argentina em 2010.

“Bem, sobre a viagem de estudos para Buenos Aires, não tenho sequer uma recordação ou impressão ruim. Tudo o que eu tenho é saudade, lembranças boas, e a certeza de que foi uma ótima idéia me inscrever naquele intercâmbio. A viagem foi ótima em todos os sentidos, extremamente bem organizada em todos os aspectos ( hospedagem, viagem de ida e volta, passeios, escolha da escola ...), tivemos toda a atenção de que precisamos para organizar tudo, passagem, estadia, seguro, valores, tudo mesmo. O lugar é maravilhoso, com certeza foi uma ótima escolha, Buenos Aires é uma cidade linda, nostálgica e ao mesmo tempo moderna, acolhedora, e com muitas opções ótimas de turismo: museus, praças, restaurantes, uma arquitetura linda, Igrejas, etc. A cultura musical local é muito forte, o tango está constantemente presente nas ruas e nas lojas e restaurantes. Os simbolos locais, como o filete portenho e as imagens de persongens famosos como Evita Peron e Che Guevara, da mesma forma, estão constanemente ornamentando os mais variados lugares da cidade. Sobre a escola, o ambiente tranquilo e amigável, fez com que as aulas fossem sempre agradáveis. Embora o horário fosse extenso para que pudéssemos aprender o máximo da língua espanhola, a didática dos professores nos deixava muito à vontade, o que contribuiu imensamente para que o nosso aprendizado fosse o mais prazeroso possível. Enfim, foram 10 dias que passaram mais rápido do que eu gostaria, mas que certamente jamais sairão da minha memória.”

Aneline dos Santos Ziemann

 

Estudante de Letras que participou em 2006 do Projeto Rondon no Canadá.

"Com certeza os meus aprendizados não foram os lugares que conheci. E sim, as pessoas que lá moravam. Os aprendizados que mais tiveram repercussão em minha vida foram, entre outros, a língua, a cultura expressada através dessa língua, a experiência que tive em locais de trabalho, a confirmação de que as angústias pessoais dos seres humanos e a forma como aprendemos as coisas independem do lugar da terra em que moramos e que as coisas mais importantes que aprendemos, geralmente, são fora de uma sala de aula.”

Douglas Pires

Formado em Economia na Guatemala e atuou de junho a agosto de 2009 como voluntário no planejamento estratégico junto à Cooperativa Uniforte por intermédio da AIESEC.

"A UNISC tem sido uma experiência incrível. Tenho acesso liberado para usar todas as instalações, e já usei muitas vezes. Na Unisc fazemos reuniões com os vários professores que trabalham com a Cooperativa e todos são muito amigáveis. Trabalho com professores e estudantes e até agora tudo tem sido um sucesso. Eu estou gostando muita da experiência. Sei que a experiência com a fundação da Cooperativa Uniforte não teria sido possível sem a participação da UNISC”.

Fernando Estrada (Estrangeiro)

Fernando Estrada (Estrangeiro)

Estudante de Enfermagem que participou em 2008 do Projeto Rondon no Canadá.

“Já tinha passado pela experiência de morar longe de meus pais, mas quando nos vemos na situação de estar principalmente em famílias que até então não conhecíamos, e depois em um país onde até mesmo a mais básica das habilidades, a língua torna-se u, grande desafio, percebo que nada pode ser comparado a essa vivência, pois apenas quem sente a dificuldade de querer expressar frases simples como “Onde fica meu quarto?” entende o quanto exigimos de nós mesmos e no passar de três meses evoluímos tanto  quanto 3 anos. Nada pode ser mais gratificante que poder olhar para trás e ver que crescemos, as vezes pouco, as vezes muito, mas mudamos e a cada dia nos tornamos pessoas mais fortes e preparadas.”

Francielli Fernanda Schanne

Estudante de Comunicação Social que participou em 2008 do Projeto Rondon no Canadá.

“Resumo como uma grande oportunidade de conhecer pessoas, lugares, diferenças, que antes era muito estreito aos meus conhecimentos. Sem duvida uma experiências inigualável, pois, aprendemos a viver de fato, na vida nua e crua e esta é, sem dúvida, o maior de todos os aprendizados para a vida”

Frederico Silva Carlos

Frederico Silva Carlos

Aluno de Engenharia Mecânica participou do I Grupo de Estudos - Curso de Inglês no Canadá em 2010.

“Participar do I Grupo de Estudos - Curso de Inglês | Winnipeg - Canadá foi uma experiência incrível para mim porque aprendi o quanto é importante saber agir, ter um bom relacionamento e manter a integridade do grupo para alcançar o objetivo maior que era praticar diariamente a Língua Inglesa de forma que me permitisse aprender o novo idioma durante as aulas na escola Heartland International School e aprimorá-los durante a interação constante com os habitantes do país, com a família de acolhida e amigos, possibilitando desta forma conhecer uma nova cultura e adaptar-se a ela, ao gelo e ao frio rigoroso do Canadá.”

Jerônimo Migotto Carneiro

Jerônimo Migotto Carneiro

Estudante da Medicina que participou em 2008 do Projeto Rondon no Canadá.

“Foi uma troca justa, sem margens de lucro ou excedentes, onde as mercadorias são os valores e os conhecimentos da nossa cultura”

Luciano Trombini

Estudante de Economia que estudou em 2007 um ano na Universidade de Lisboa e agora recebeu bolsa de Mestrado do programa Erasmus Mundus.

“Entre o período de setembro de 2007 e julho de 2008, tive a oportunidade de cursar um ano de graduação na faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (Portugal). Esta possibilidade tornou-se realidade devido a um convênio que a UNISC possue com esta Instituição de ensino superior. Ao fazer parte deste intercâmbio, fui conhecendo gente de diversos países europeus que estudaram comigo, muitos dos quais mantenho contato até hoje. Neste período, também me familiarizei bastante com o modelo de ensino europeu e foi com a oportunidade que eu tive de cursar tanto disciplinas de graduação quanto de mestrado que acabei cursando disciplinas selecionadas que me interessaram mais. O conhecimento adquirida nestas disciplinas foi o fator mais relevante que dispertou o interesse em eu me especializar na área que realmente vou me especializar à nível de mestrado.

Quando eu estava aproximadamente na metade deste intercâmbio, começei a procurar e mandar as aplicações para cursar o pós graduação stricto sensus na europa, pois a minha formatura de graduação já estava prestes a ocorrer na UNISC no final de 2008. Foi neste período também onde percebi que sonhar em fazer algo assim não era meramente um sonho, mas uma grande possibilidade e que o intercâmbio estava me fortalecendo e me proporcionando algo de muito essencial: me tornando um candidato atrativo e com perfil alinhado com aquilo que as instituições europeus procuram na hora de selecionar seus candidatos.

No final das contas, fiz aplicações em diversas instituições europeus, onde fui aceito em todas que me candidatei e acabei escolhendo um Mestrado com bolsa Erasmus Mundus (bolsa integral que cobre todas as despesas de manutenção e mensalidades). O curso, denominado MA Economics of European Integration and International Trade terá seu início no mês de setembro (2009), e a formatura é prevista para dezembro (2010). Estou ciente de que isto será um desafio e tanto, que é um mestrado intensivo e que foram selecionadas 17 pessoas no mundo para cursá-lo comigo após uma seleção rigorosa. Apesar de ser toda ministrada em inglês, o curso é dividido em termos, onde vou morar aproximadamente 4 meses em 3 países diferentes. No primeiro termo vou cursar na Staffordshire University, Inglaterra; no segundo cursarei na Universidade de Antwerp, Bélgica e a terceira será na Universidade de Praga, República Tcheca. Além dos ganhos de experiência e conhecimento que vou ter estudando em 3 países diferentes, vou ter a opção de estudar línguas como françês e tcheca quando eu estiver no país respectivo. Por isso, tenho grandes expectativas em aprender mais idiomas enquanto eu estiver lá.

Estou muito feliz que vou ter a oportunidade de estudar com pessoas de todos os lugares no planeta num Programa bastante acreditada, e espero que esta troca de cultura e informações irão me enriquecer profissionalmente e pessoalmente. Quanto aos amigos que fiz em durante o intercâmbio em Portugal, tenho convites já para passar o período de férias com eles. É com este tipo de situação que percebo quanto de valioso é participar de experiências internacionais”.

Joseph Laughinghouse

Joseph Laughinghouse

Estudante de Pedagogia que participou em 2006 do Projeto Rondon no Canadá.

"Sinto-me uma pessoa mais aberta às diferenças e com menos medo de enfrentar os desafios que parecem impossíveis. Sempre gostei de desafios, mas este projeto me proporcionou uma série de obstáculos que jamais pensei superar. Hoje tenho a certeza que me tornei uma pessoa mais tolerante e otimista com relação à vida e ao quotidiano que ela traz... esse, cheio de surpresas!”

Tatiana Luiza Rech

Estudante de Farmácia que participou em 2006 do Projeto Rondon no Canadá.

"Participar do projeto Rondon de Intercâmbio foi a possibilidade ter uma inserção maior numa comunidade sabendo conhecer, diferenciar e respeitar seus diferentes aspectos. Este projeto também fez com que eu desenvolvesse habilidades como: Vivência em grupo, relação intercultural, compreensão da organização social, desenvolvimento sustentável, capacitação de liderança e essencialmente o conhecimento das línguas inglesa e francesa. Além disso, o projeto me proporcionou fazer vários contatos, os quais servem como alavanca para o futuro da minha carreira profissional.”

Tulio Vinicius de Morais

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